O número de pessoas que tratam contra HIV/AIDS em Crato aumentou de 32 para 44 este ano. O acréscimo de 37,5% é fruto de outro crescimento: o da informação.
“Em 2015 para 2016 houve uma maior divulgação, tanto em programas de rádio como de televisão e em alguns eventos que fizemos”, conta a enfermeira Patrícia Mendes, do Centro de Infectologia do Crato. “Isso facilita com que as pessoas conheçam o serviço (Centro de Infectologia) e acabem procurando-o”, explica.
Os jovens formam a faixa de cratenses que mais adquirem a síndrome no município. “Tudo indica porque esses jovens não pegaram, digamos, o boom da Aids, quando surgiu a Aids, quando não se tinha tratamento nenhum”, afirma Patrícia.
O Centro de Infectologia do Crato oferta, gratuitamente, tstes rápidos para detectar doenças sexualmente transmissíveis cujo resultado é dado em cerca de dez minutos. “É um exame simples feito através de um punção digital, ou seja, uma furadinha no dedo, como se fosse o teste de glicemia do diabetes”.
175 pessoas que contraíram HIV são acompanhadas no Centro. Cinco são crianças, três gestantes, 95 são homens e 80 mulheres. De 2011 a 2016 10 pessoas morreram em decorrência da síndrome no município, uma delas este ano.
Quem se expôs a alguma situação de risco, como ter mantido relação sem uso de preservativo, precisa fazer o teste contra doenças sexualmente transmissíveis. O Centro de Infectologia do Crato está localizado à Rua José Carvalho, 370, no Centro da cidade.







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