![]() |
| Edênia Nogueira Garcia | Foto: Gareth Copley/Getty Images |
Portadora de polineuropatia sensitiva motora, uma doença progressiva que traz dificuldades de movimento nas pernas e nos braços, a cratense Edênia Nogueira Garcia superou não apenas as dificuldades advindas da patologia, como suas adversárias nas piscinas, tornando-se a primeira esportista brasileira a ser tricampeã mundial.
Leia: Favorita, nadadora cratense encerra paralimpiadas Rio-2016 sem medalha
A nadadora cratense já participou de três edições dos jogos, conquistando medalhas em todas elas: duas de prata, Atenas 2004 e Londres 2012, e um bronze em Pequim 2008. Agora ela busca o primeiro ouro.
“Minha meta é fazer o melhor, ganhar mais uma medalha”, disse a nadadora cratense ao Estadão. “É muito legal estar na minha quarta paralimpíada, mas melhor ainda é fechar a competição com uma medalha”, completou.
Depois de parar de competir por alguns meses para se submeter à cirurgias com o objetivo de conter as fortes dores que sentia, a cratense marcou sua volta no Parapan de Toronto, em 2015, e ganhou três medalhas, incluindo uma de ouro.
A partir das 11h41, Edênia Garcia disputa o revezamento 4x50, estilo livre, ao lado de Daniel Dias, Joana Maria Silva e do experiente Clodoaldo Silva.
![]() |
| Cratense Edênia Garcia quer fazer história na natação (Foto: Leandro Martins/CPB/MPIX) |








0 comments:
Postar um comentário