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| Educação deflagra greve em Crato | Foto: Áurea Matos - Enviada pelo Whatsapp |
“Na última quinta-feira tivemos uma audiência com o Ministério Público e a própria gestão reconheceu que não está tendo condições de honrar, que o recurso não está sendo suficiente”.
Assessora Jurídica do SindsCrato, a advogada Romênia Botelho cita quais os próximos passos legais que dará o movimento grevista. “Vamos comunicar a gestão e também aos pais e alunos, porque a lei de greve já prevê que a comunicação aos usuários tem que ser feita em até 72 horas antes do início da greve”.
Professores temporários também aderiram à greve. A advogada Romênia Botelho comenta a situação deles. “No momento eles só podem ser demitidos por justa causa. Estamos no período eleitoral e a lei em si já veda”, conta, para acrescentar em seguida: “No caso a greve sendo legal não há motivo para demissão com justa causa”.
Outra medida tomada pelo sindicato é pedir o bloqueio de contas da prefeitura com o objetivo de assegurar o pagamento dos profissionais da educação.
“Em agosto, quando iniciaram os atrasos, o sindicato noticiou ao Ministério Público, já tem audiência marcada”, diz. “Afora isso, o sindicato também ingressa com ação pedindo o bloqueio de contas da prefeitura”, finaliza.
Na próxima quinta-feira, 22, o sindicato volta a se reunir com o Ministério Público em Crato para discutir os atrasos de salários na expectativa de um posicionamento favorável do órgão aos profissionais.
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