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| Coletiva à imprensa na manhã desta sexta-feira na CDL | Foto: Prefeitura do Crato |
O prefeito do Crato, Zé Ailton Brasil, prestou contas de como recebeu o município financeiramente, durante coletiva à imprensa na manhã desta sexta-feira, 10.
Segundo o gestor, o município é obrigado a pagar, de imediato, R$ 5,6 milhões relativos ao ano passado. Somados todos os pagamentos que deveriam terem sido feitos, o município deve mais de R$ 30 milhões.
“Era uma prestação de contas que eu devia para a sociedade do Crato. E, quando você reúne a imprensa, não tem maneira melhor de se comunicar com a população”, disse o prefeito.
Zé Ailton Brasil afirmou existirem débitos de gestões passadas e que vai priorizar a folha de pagamento do funcionalismo.
“Temos hoje, de restos a pagar, doze milhões. Mas é importante deixar bem claro que desses doze milhões, nove milhões e setecentos mil são de débitos processados e empenhados e isso não só foi da gestão de Ronaldo (atual ex-prefeito). Tem débitos de gestões anteriores”, enfatizou.
Ainda existem mais R$ 23 milhões de débitos gerais com parcelamentos de INSS e FGTS somados de todas as gestões anteriores. Segundo o prefeito, outros débitos foram parcelados de R$ 1,5 milhão com a Coelce; quase cinco milhões com a Cogerh e cerca de R$ 1,3 milhão de INSS.
“O essencial eu já paguei, que eram os servidores públicos, INSS e PreviCrato. Os demais débitos eu não estou preocupado porque eu assinei um decreto de emergência que eu só faço o pagamento após uma auditoria muito minuciosa”, disse o gestor municipal.
O prefeito enviou a Câmara de Vereadores proposta de reforma administrativa. Com ela, ele espera economizar 25 milhões por ano com a redução de gastos.
Segundo o gestor, o município é obrigado a pagar, de imediato, R$ 5,6 milhões relativos ao ano passado. Somados todos os pagamentos que deveriam terem sido feitos, o município deve mais de R$ 30 milhões.
“Era uma prestação de contas que eu devia para a sociedade do Crato. E, quando você reúne a imprensa, não tem maneira melhor de se comunicar com a população”, disse o prefeito.
Zé Ailton Brasil afirmou existirem débitos de gestões passadas e que vai priorizar a folha de pagamento do funcionalismo.
“Temos hoje, de restos a pagar, doze milhões. Mas é importante deixar bem claro que desses doze milhões, nove milhões e setecentos mil são de débitos processados e empenhados e isso não só foi da gestão de Ronaldo (atual ex-prefeito). Tem débitos de gestões anteriores”, enfatizou.
Ainda existem mais R$ 23 milhões de débitos gerais com parcelamentos de INSS e FGTS somados de todas as gestões anteriores. Segundo o prefeito, outros débitos foram parcelados de R$ 1,5 milhão com a Coelce; quase cinco milhões com a Cogerh e cerca de R$ 1,3 milhão de INSS.
“O essencial eu já paguei, que eram os servidores públicos, INSS e PreviCrato. Os demais débitos eu não estou preocupado porque eu assinei um decreto de emergência que eu só faço o pagamento após uma auditoria muito minuciosa”, disse o gestor municipal.
O prefeito enviou a Câmara de Vereadores proposta de reforma administrativa. Com ela, ele espera economizar 25 milhões por ano com a redução de gastos.
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